Design Thinking no Empreendedorismo

5 passos para aplicar o modelo na sua empresa

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Empreender é enfrentar desafios diários e ter de tomar decisões arriscadas diariamente. Mas, e se você tivesse a ajuda de um modelo utilizado por grandes empresas e comprovado por estudiosos de todo o mundo? Não é nenhuma fórmula mágica, nem receita de bolo, este é o Design Thinking.

Neste artigo você vai descobrir como este método tem ajudado criativos e empreendedores de todo o mundo a achar soluções inovadoras e funcionais para problemas de diferentes esferas. A seguir você verá:

  • O que é Design Thinking;
  • Quais os pilares do Design Thinking;
  • Como aplicá-lo ao seu negócio.

Vamos nessa!  

O que é Design Thinking?

Trata-se de um modelo mental utilizado para alcançar soluções para problemas complexos e para gerar inovação, seja relacionado a instituições, produtos ou serviços. O termo ganhou relevância através da empresa de consultoria de design de produtos IDEO, que utiliza o método para criar soluções para ajudar outras empresas.

O design thinking se baseia na forma sintética de pensar em soluções gráficas utilizado por designers. Nesta abordagem, o design que é visto por muitos como uma questão estética, revela sua eficiência para solucionar problemáticas, sintetizando possibilidades para chegar a um resultado eficiente. Pensar fora da caixa é o que propõe o design thinking.

Aplicado ao empreendedorismo, objetiva encontrar soluções até então não pensadas. Sem medo de errar, o modelo propõe a discussão de ideias, sem julgamento quanto à qualidade, visando a maior quantidade de possibilidades para posterior análise e teste.  

Pilares do Design Thinking

Para ser funcional e gerar resultados, o design thinking tem como base três princípios: 

Empatia 
Foco em pessoas! O maior erro de muitos empreendedores é pensar em processos, ferramentas, e esquecer do mais importante, o ser humano. Com as redes sociais em alta e o acesso constante a informação, o consumidor está cada vez mais exigente e criterioso quanto às marcas.

O design thinking trabalha pensando nas pessoas. O primeiro princípio do modelo mental consiste em analisar a fundo quem é o público ou persona. Com perguntas básicas do tipo: O que já sabemos sobre o cliente? Como podemos ajudar? Pense em soluções que sejam de fato satisfatórias as pessoas, para assim agregar valor a sua empresa. 

Colaboração 
A famosa frase: “duas cabeças pensam melhor que uma”, nunca teve tanto sentido e importância. O mundo está em constante mudança, esta é a era em que todos estão conectados, e sua equipe também precisa estar.

O design thinking estimula a existência de equipes colaborativas, pois acredita que cada colaborador enxerga o problema de uma forma, sendo assim, através da junção de diferentes visões é possível encontrar diferentes soluções. Lembre-se que neste processo a quantidade de ideias é essencial. Após pensar em conjunto, vem aí o terceiro princípio! 

Experimentação
Tentativa, erro, aprimoramento. O princípio de experimentar tem tanta relevância quanto os demais, mas se destaca por sintetizar a essência do design thinking. Para quem já é adepto do modelo, a sensação de experimentar coisas novas é o grande diferencial.

Assumir riscos é o que separa empresas comuns de grandes empresas. É errando que se aprende! Com o design thinking errar é a grande virtude. Após analisar o público e reunir possibilidades trabalhando em conjunto, é possível prototipar as melhores ideias escolhidas e partir para a comprovação.

O princípio é claro: se funcionar mais de uma vez e para diferentes pessoas, aí está a solução. Se o protótipo falhar, volte ao início. Sem perdas e sem riscos para sua empresa. Confira a seguir como implementar este modelo mental.  

Os 5 Passos do Design Thinking

Assim como o design thinking é democrático, podendo ser implantado em empresas de diferentes portes, também é flexível, pois pode ser composto da forma considerada mais vantajosa para a cultura da empresa. Os 5 passos a seguir servem como base, mas também podem ser modificados de acordo com as necessidades da sua empresa. São eles:

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1 – Empatia 
Este tópico está repetido, e não é por engano. Focar nas pessoas é o que garante o melhor entendimento sobre o problema a ser solucionado ou qual inovação vai facilitar a vida do consumidor.

Para conhecer o seu cliente a fundo, como uma pessoa com sentimentos, aspirações, ideias e convicções, há duas possibilidades: a Persona e o Mapa de Empatia.

Para tornar este post mais prático, selecionamos o mapa. Com ele é possível ver de forma clara perguntas simples, mas que podem fazer toda a diferença na hora de conhecer as verdadeiras dores e problemas a ser resolvidos.

mapa-da-empatia-no-design-thinking

O estudo profundo do seu público-alvo representa imersão no problema. Pesquise e observe para ter respostas. Se você ainda não tem a persona da sua empresa, acesse o Gerador de Personas da Rock Content, e vamos para o passo 2. 

2 – Definição 
Estudo, estudo e mais estudo. A imersão no mundo da Persona ou do Mapa de Empatia mostrará o “x” da questão.

Para chegar nessa etapa a troca de ideias e experiências é essencial. Pense sempre no ser humano em primeiro lugar, pois, dessa forma é possível iniciar a discussão e formular com clareza qual o desafio a ser superado. Feito isso, próximo! 

3 – Ideias 
É hora do brainstorm. Prepare a caneta, o papel e de preferência uma lousa. Anote todas as ideias, sem julgamentos. Deixe as ideias fluírem e lembre-se, de forma colaborativa se chega mais longe.

Depois de todas as ideias ouvidas, de todas as sugestões anotadas, é hora de selecionar quais são viáveis e com maior chance de aceitação. 

4 – Protótipos 
Agora é hora da prática. Com o público bem definido e analisado, o desafio identificado e as ideias discutidas e escolhidas, é o momento de criar o protótipo, de encenar as possibilidades e validar o que é realmente aplicável, prático e relevante para a sua persona.

São exemplos de protótipos: mockups, desenho de etapas, demo, maquete, objeto físico, landings pages, entre outros. Escolha a melhor alternativa e coloque em prática o conceito encontrado. 

5 – Testes
Concluído o protótipo, é hora de saber se é funcional. Vá em busca da opinião de quem realmente importa: das pessoas, sejam elas clientes ou não. O feedback é essencial para validar o sucesso ou a necessidade de recomeço de todo o processo.

Se aprovado, aprimore. Se reprovado, não se preocupe, continue tentando até obter êxito, pois, as boas ideias vem dos erros.

E aí, pronto para aplicar o design thinking na sua empresa? Se sim, conte pra gente os resultados alcançados.

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